Galeria Fotográfica, Biodiversidade dos Açores

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Artrópodes nas nossas casas

Nesta página pode encontrar exemplos de animais que pode encontrar na sua casa. Muitos deles até são benéficos, como sejam as aranhas que capturam muitas moscas e outros bichos desagradáveis

Responsável: Paulo A. V. Borges

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Espécies dos Açores Presentes no Top 100 das Espécies Ameaçadas da Macaronésia

Martín, J.L., Cardoso, P., Arechavaleta, M., Borges, P.A.V, Faria, B.F., Abreu, C., Aguiar, A.F., Carvalho, J.A., Costa, A.C., Cunha, R.T., Gabriel, R., Jardim, R., Lobo, C., Martins, A.M.F., Oliveira, P., Rodrigues, P., Silva, L., Teixeira, D., Amorim, I.R., Fernandes, F., Homem, N., Martins, B., Martins, M. & Mendonça, E. (2010). Using taxonomically unbiased criteria to prioritize resource allocation for oceanic island species conservation. Biodiversity and Conservation, 19: 1659-1682

Um dos objectivos do Projecto Interreg III-B Açores-Madeira-Canárias, BIONATURA, foi elaborar uma lista de espécies prioritárias de gestão nos três arquipélagos dos Açores, Madeira e Canárias. Desde o princípio deste projecto que o objectivo era conhecer o conjunto de taxa ameaçados que deveriam ser alvo de uma atenção especial em termos de gestão por parte das administrações competentes, atendendo não só ao seu estatuto de ameaça mas principalmente com base na real possibilidade de gestão com êxito. Não se tratava assim de obter uma lista alargada de espécies com a indicação simples do seu estatuto de ameaça à semelhança das listas vermelhas promovidas pela IUCN, mas sim de obter uma lista reduzida – não mais de 100 taxa – donde se assinalariam aqueles casos onde a urgência de conservação fosse maior e que fosse simultaneamente possível implementar uma gestão eficaz de forma a recuperar esses taxa. Esta lista se definiu como a lista Top 100 da Macaronésia europeia e finalmente ficou constituída por 51 taxa das Canárias, 2da Madeira e 23 dos Açores.

Responsável: Paulo A. V. Borges & Enésima Mendonça

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Espécies dos Açores Presentes no Top 100 das Espécies Invasoras da Macaronésia

Silva L, E Ojeda Land & JL Rodríguez Luengo (2008) Flora e Fauna Terrestre Invasora na Macaronésia. TOP 100 nos Açores, Madeira e Canárias. ARENA, Ponta Delgada, 600 pp

Este livro pretende ser uma primeira tentativa para apresentar a informação relativa às espécies exóticas invasoras da Macaronésia de uma forma sistemática. Trata-se de uma tarefa com algum grau de dificuldade devido às diferenças ao nível legislativo e ao tratamento geral atribuído às espécies exóticas invasoras nos diferentes arquipélagos. Definiu-se e utilizou-se um conjunto de critérios para avaliar as espécies consideradas como naturalizadas e ocupando habitats naturais e semi-naturais. Um primeiro conjunto de critérios foi utilizado para avaliar os efeitos sobre a biodiversidade, seja de espécies seja de habitats, que estão a ser afectados pelas espécies exóticas invasoras. Um segundo grupo de critérios foi usado para avaliar as possibilidades de controlo ou erradicação das espécies exóticas invasoras analisadas. Neste segundo grupo de critérios também se incluíram itens que reflectem a importância social das espécies em causa. A aplicação dos dois conjuntos de critérios permitiu definir as espécies exóticas invasoras mais nocivas ao nível da Macaronésia e também ordená-las de acordo com a sua prioridade de gestão. Isto é de crucial importância, uma vez que, devido à dimensão do problema das espécies exóticas invasoras, não apenas na Macaronésia, mas a nível global, não é possível controlar todas as espécies exóticas. Os recursos terão que ser alocados, prioritariamente, para aquelas espécies que ainda é possível erradicar ou controlar com custos suportáveis. Embora a aplicação dos critérios tenha sido feita por peritos em cada uma das regiões, foi possível obter uma visão macaronésica global, após uma análise e um processamento cuidado dos dados originados em cada arquipélago, sendo este o principal objectivo do livro. Este livro também é visto como uma ferramenta que contribua para aumentar o conhecimento geral acerca dos problemas relacionados com as espécies exóticas invasoras na Macaronésia. De facto, os ecossistemas insulares têm sido considerados como mais susceptíveis às invasões biológicas do que os sistemas continentais devido à pequena escala insular dos arquipélagos, e a peculiaridades da flora e da fauna insulares que os torna mais susceptíveis a competidores, predadores e patogéneos vindos do exterior. No entanto, a ilhas, em particular as ilhas europeias, são importantes reservatórios de biodiversidade e a preservação deste património natural está actualmente, em boa parte, dependente da implementação de medidas de contenção das espécies exóticas invasoras

Responsável: Luís Silva, Paulo A. V. Borges & Rodney Soares

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Aves Migratórias nos Açores

Rodrigues, P., Bried, J., Medeiros, F. & Cunha, R. (2010). List of Vertebrates (Chordata). In: Borges, P.A.V., Costa, A., Cunha, R., Gabriel, R., Gonçalves, V., Martins, A.F., Melo, I., Parente, M., Raposeiro, P., Rodrigues, P., Santos, R.S., Silva, L., Vieira, P. & Vieira, V. (eds.) A list of the terrestrial and marine biota from the Azores. pp. 247-271, Princípia, Cascais, 432 pp.

Esta listagem, que contém 384 espécies, inclui aquelas que se reproduzem nos Açores e também uma inovação em relação às listagens anteriores uma listagem exaustiva das aves não-nidificantes e uma lista mais pequena das aves potencialmente nidificantes. A listagem das aves não-nidificantes é baseada em Rodebrand (2010) e Rodebrand & The Birding Azores team (2010). As aves potencialmente nidificantes são espécies registadas como introduzidas e/ou fugas de cativeiro, e que têm condições para nidificar nos Açores, mas cujo número de indivíduos é demasiado baixo para permitir a existência de populações autónomas no arquipélago.

A importância dos Açores no contexto avifaunístico não se resume às espécies nativas, uma vez que todos os anos acorrem a estas ilhas inúmeras espécies migradoras oriundas do Paleárctico continental e do Neárctico, que encontram um refúgio no meio do oceano para descanso e retempero de forças.

Rodebrand, S. (2010) Checklist of the birds of the Azores including 2009. http://www.birdingazores.com/lists/2009azoresbirdlist.xls (access date 2010-04-14).

Rodebrand, S. & The Birding Azores team (2010) Recent sightings. http://www.birdingazores.com (access date 2010-04-14).

Responsável: Paulo A. V. Borges & Enésima Mendonça

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Artrópodes endémicos adaptados às grutas dos Açores

Nas cavidades vulcânicas dos Açores podem-se encontrar seres vivos, tais como, diatomáceas (algas unicelulares), bolores (fungos), várias plantas e animais. Nas entradas de grutas e algares é comum observarem-se, tanto no chão como nas paredes, líquenes (associação de alga e fungo) e diferentes tipos de plantas, incluindo plantas com flor, fetos e musgos. No interior das cavidades vulcânicas dos Açores existem sobretudo pequenos invertebrados, como por exemplo, aranhas, escaravelhos, cigarrinhas, colêmbolos e centopeias. Alguns destes animais vivem exclusivamente em grutas, isto é, estão adaptados à vida cavernícola e não conseguem sobreviver fora do ambiente subterrâneo. Mais ainda, o grande número de explorações científicas realizadas nos últimos 20 a 30 anos nas cavidades vulcânicas dos Açores revelou que alguns dos seres vivos que aparecem nas grutas dos Açores são espécies que só aí existem, não sendo encontradas em mais nenhum lugar na Terra! Exemplos de grutas vulcânicas dos Açores que albergam espécies que só aí podem ser encontradas são o Algar do Carvão na ilha Terceira, o único local onde habita a aranha cavernícola Turinyphia cavernicola; a Furna do Parque do Capelo no Faial, o único sítio onde existe o escaravelho cavernícola Trechus oromii; e a Furna da Água de Pau em São Miguel, o único habitat conhecido do escaravelho cavernícola cego Thalassophilus azoricus.

Responsável: Paulo A. V. Borges, Isabel Amorim & Fernando Pereira

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Briófitos raros dos Açores

Homem, N. & Gabriel, R. (2008). Briófitos raros dos Açores. Principia, Oeiras. 96 pp

Responsável: Rosalina Gabriel & Nídia Homem

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Aranhas e insectos auxiliares nos pomares de bananeiras nos Açores

Santos, A.M.C., Borges, P.A.V., Hortal, J., Rodrigues, A.C., Medeiros, C., Azevedo, E.B., Melo, C. & Lopes, D.J.H. (2005). Diversidade da fauna de insectos fitófagos e de inimigos naturais em culturas frutícolas da ilha Terceira, Açores: a importância do maneio e da heterogeneidade ambiental. In: D. Lopes, A. Pereira, A. Mexia, J. Mumford & R. Cabrera (Eds.), A Fruticultura na Macaronésia - O Contributo do projecto INTERFRUTA para o seu desenvolvimento. pp. 115-134. Universidade dos Açores, Angra do Heroísmo

Responsável: Paulo A. V. Borges, João Moniz & Ana Margarida Santos

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Aranhas e insectos auxiliares nos pomares de macieiras nos Açores

Santos, A.M.C., Borges, P.A.V., Hortal, J., Rodrigues, A.C., Medeiros, C., Azevedo, E.B., Melo, C. & Lopes, D.J.H. (2005). Diversidade da fauna de insectos fitófagos e de inimigos naturais em culturas frutícolas da ilha Terceira, Açores: a importância do maneio e da heterogeneidade ambiental. In: D. Lopes, A. Pereira, A. Mexia, J. Mumford & R. Cabrera (Eds.), A Fruticultura na Macaronésia - O Contributo do projecto INTERFRUTA para o seu desenvolvimento. pp. 115-134. Universidade dos Açores, Angra do Heroísmo

Responsável: Paulo A. V. Borges, João Moniz & Ana Margarida Santos

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Aranhas e insectos auxiliares nos pomares de castanheiros nos Açores

Santos, A.M.C., Borges, P.A.V., Hortal, J., Rodrigues, A.C., Medeiros, C., Azevedo, E.B., Melo, C. & Lopes, D.J.H. (2005). Diversidade da fauna de insectos fitófagos e de inimigos naturais em culturas frutícolas da ilha Terceira, Açores: a importância do maneio e da heterogeneidade ambiental. In: D. Lopes, A. Pereira, A. Mexia, J. Mumford & R. Cabrera (Eds.), A Fruticultura na Macaronésia - O Contributo do projecto INTERFRUTA para o seu desenvolvimento. pp. 115-134. Universidade dos Açores, Angra do Heroísmo

Responsável: Paulo A. V. Borges, João Moniz & Ana Margarida Santos

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Aranhas e insectos auxiliares nos pomares de laranjeiras nos Açores

Santos, A.M.C., Borges, P.A.V., Hortal, J., Rodrigues, A.C., Medeiros, C., Azevedo, E.B., Melo, C. & Lopes, D.J.H. (2005). Diversidade da fauna de insectos fitófagos e de inimigos naturais em culturas frutícolas da ilha Terceira, Açores: a importância do maneio e da heterogeneidade ambiental. In: D. Lopes, A. Pereira, A. Mexia, J. Mumford & R. Cabrera (Eds.), A Fruticultura na Macaronésia - O Contributo do projecto INTERFRUTA para o seu desenvolvimento. pp. 115-134. Universidade dos Açores, Angra do Heroísmo

Responsável: Paulo A. V. Borges, João Moniz & Ana Margarida Santos

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Aranhas e insectos auxiliares nos pomares de pessegueiros nos Açores

Santos, A.M.C., Borges, P.A.V., Hortal, J., Rodrigues, A.C., Medeiros, C., Azevedo, E.B., Melo, C. & Lopes, D.J.H. (2005). Diversidade da fauna de insectos fitófagos e de inimigos naturais em culturas frutícolas da ilha Terceira, Açores: a importância do maneio e da heterogeneidade ambiental. In: D. Lopes, A. Pereira, A. Mexia, J. Mumford & R. Cabrera (Eds.), A Fruticultura na Macaronésia - O Contributo do projecto INTERFRUTA para o seu desenvolvimento. pp. 115-134. Universidade dos Açores, Angra do Heroísmo

Responsável: Paulo A. V. Borges, João Moniz & Ana Margarida Santos

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Plantas e animais presentes nas correntes de lava dos Açores

Os vulcões, com todos os fenómenos a eles associados, sempre causaram um enorme fascínio ao ser humano. As fumarolas, as nascentes termais, os sismos, e as explosões ocasionais acompanhadas por lavas escorrentes, eram vistas como manifestações de deuses que habitam o interior da Terra ou como penalizações de índole espiritual. Estes habitats são aparentemente inóspitos para a maioria das espécies. Agreste, com uma coloração entre o avermelhado e o preto, com bombas de lava solidificada espalhadas num mar de cinza fina, a paisagem parece lunar ou, quem sabe, marciana. É o que se observa nas zonas de erupção mais recente como acontece por exemplo nos Capelinhos. Sem uma camada de matéria orgânica no solo, apenas alguns organismos conseguem suportar a vida em cima de rocha nua, nas cinzas ou escondidos em pequenas fendas. Os mais óbvios possivelmente são os líquenes, e com estes, aproveitando fissuras nas rochas, vêm algumas plantas que, socorrendo-se a adaptações muito específicas, conseguem extrair matéria suficiente deste habitat para aqui sobreviverem e reproduzirem. Mas mesmo nas zonas mais despidas de vegetação é possível encontrar animais. Não só as aves a pairar, desde gaivotas a cagarros. Bichos-de-conta, marias-café ou mil-pés, pequenos caracóis e outros, principalmente detritívoros, aproveitam a matéria morta, restos animais e vegetais para o seu sustento. Os vulcões e mistérios são assim um dos habitats mais restritos mas no entanto fundamentais para se compreender a vida nos Açores. Foi neste habitat que tudo começou, é a este habitat que grandes áreas voltam periodicamente. Estes locais são palco de uma luta pela sobrevivência de espécies especialmente bem adaptadas ou oportunistas, muitas delas apenas existentes no arquipélago.

Responsável: Pedro Cardoso, Paulo. A. V. Borges & Fernando Pereira

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Aranhas, diplópodes e insectos da copa de Calluna vulgaris (L.) Hull, na floresta nativa dos Açores

Gaspar, C., Borges, P.A.V..& Gaston, K.J. (2008). Diversity and distribution of arthropods in native forests of the Azores archipelago. Arquipélago. Life and marine Sciences, 25: 1-30

Responsável: Paulo A. V. Borges, Clara S. Gaspar & Sérvio Ribeiro

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Aranhas, diplópodes e insectos da copa de Clethra arborea Aiton, na floresta nativa dos Açores

Gaspar, C., Borges, P.A.V..& Gaston, K.J. (2008). Diversity and distribution of arthropods in native forests of the Azores archipelago. Arquipélago. Life and marine Sciences, 25: 1-30

Responsável: Paulo A. V. Borges, Clara S. Gaspar & Sérvio Ribeiro

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Aranhas, diplópodes e insectos da copa de Erica azorica Hochst. ex Seub., na floresta nativa dos Açores

Gaspar, C., Borges, P.A.V..& Gaston, K.J. (2008). Diversity and distribution of arthropods in native forests of the Azores archipelago. Arquipélago. Life and marine Sciences, 25: 1-30

Responsável: Paulo A. V. Borges, Clara S. Gaspar & Sérvio Ribeiro

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Aranhas, diplópodes e insectos da copa de Frangula azorica V. Grubow, na floresta nativa dos Açores

Gaspar, C., Borges, P.A.V..& Gaston, K.J. (2008). Diversity and distribution of arthropods in native forests of the Azores archipelago. Arquipélago. Life and marine Sciences, 25: 1-30

Responsável: Paulo A. V. Borges, Clara S. Gaspar & Sérvio Ribeiro

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Aranhas, diplópodes e insectos da copa de Ilex perado Aiton ssp. azorica (Loes.) Tutin, na floresta nativa dos Açores

Gaspar, C., Borges, P.A.V..& Gaston, K.J. (2008). Diversity and distribution of arthropods in native forests of the Azores archipelago. Arquipélago. Life and marine Sciences, 25: 1-30

Responsável: Paulo A. V. Borges, Clara S. Gaspar & Sérvio Ribeiro

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Aranhas, diplópodes e insectos da copa de Juniperus brevifolia (Seub.) Antoine, na floresta nativa dos Açores

Gaspar, C., Borges, P.A.V..& Gaston, K.J. (2008). Diversity and distribution of arthropods in native forests of the Azores archipelago. Arquipélago. Life and marine Sciences, 25: 1-30

Responsável: Paulo A. V. Borges, Clara S. Gaspar & Sérvio Ribeiro

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Aranhas, diplópodes e insectos da copa de Laurus azorica (Seub.) Franco, na floresta nativa dos Açores

Gaspar, C., Borges, P.A.V..& Gaston, K.J. (2008). Diversity and distribution of arthropods in native forests of the Azores archipelago. Arquipélago. Life and marine Sciences, 25: 1-30

Responsável: Paulo A. V. Borges, Clara S. Gaspar & Sérvio Ribeiro

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Aranhas, diplópodes e insectos da copa de Morella faya (Aiton) Wilbur, na floresta nativa dos Açores

Gaspar, C., Borges, P.A.V..& Gaston, K.J. (2008). Diversity and distribution of arthropods in native forests of the Azores archipelago. Arquipélago. Life and marine Sciences, 25: 1-30

Responsável: Clara Gaspar, Paulo A. V. Borges & Kevin Gaston

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Aranhas, diplópodes e insectos da copa de Myrsine africana L., na floresta nativa dos Açores

Gaspar, C., Borges, P.A.V..& Gaston, K.J. (2008). Diversity and distribution of arthropods in native forests of the Azores archipelago. Arquipélago. Life and marine Sciences, 25: 1-30

Responsável: Clara Gaspar, Paulo A. V. Borges & Kevin Gaston

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Aranhas, diplópodes e insectos da copa de Picconia azorica (Tutin) Knobl., na floresta nativa dos Açores

Gaspar, C., Borges, P.A.V..& Gaston, K.J. (2008). Diversity and distribution of arthropods in native forests of the Azores archipelago. Arquipélago. Life and marine Sciences, 25: 1-30

Responsável: Clara Gaspar, Paulo A. V. Borges & Kevin Gaston

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Aranhas, diplópodes e insectos da copa de Pittosporum undulatum Vent., na floresta nativa dos Açores

Gaspar, C., Borges, P.A.V..& Gaston, K.J. (2008). Diversity and distribution of arthropods in native forests of the Azores archipelago. Arquipélago. Life and marine Sciences, 25: 1-30

Responsável: Clara Gaspar, Paulo A. V. Borges & Kevin Gaston

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Aranhas, diplópodes e insectos da copa de Vaccinium cylindraceum Sm., na floresta nativa dos Açores

Gaspar, C., Borges, P.A.V..& Gaston, K.J. (2008). Diversity and distribution of arthropods in native forests of the Azores archipelago. Arquipélago. Life and marine Sciences, 25: 1-30

Responsável: Clara Gaspar, Paulo A. V. Borges & Kevin Gaston

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Aranhas, diplópodes e insectos no solo da floresta nativa dos Açores

Gaspar, C., Borges, P.A.V..& Gaston, K.J. (2008). Diversity and distribution of arthropods in native forests of the Azores archipelago. Arquipélago. Life and marine Sciences, 25: 1-30

Responsável: Clara Gaspar, Paulo A. V. Borges & Kevin Gaston

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Plantas Vasculares endémicas dos Açores na ilha do Corvo

Silva, L., Moura, M., Schaefer, H., Rumsey, F., Dias, E.F. (2010). List of Vascular Plants (Tracheobionta). In: Borges, P.A.V., Costa, A., Cunha, R., Gabriel, R., Gonçalves, V., Martins, A.F., Melo, I., Parente, M., Raposeiro, P., Rodrigues, P., Santos, R.S., Silva, L., Vieira, P. & Vieira, V. (eds.) A list of the terrestrial and marine biota from the Azores. pp. 117-146, Princípia, Cascais, 432 pp.

Responsável: Luís Silva, Mónica Moura, Hanno Schaefer, Fred Rumsey, Elisabete F. Dias

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Plantas Vasculares endémicas dos Açores na ilha das Flores

Silva, L., Moura, M., Schaefer, H., Rumsey, F., Dias, E.F. (2010). List of Vascular Plants (Tracheobionta). In: Borges, P.A.V., Costa, A., Cunha, R., Gabriel, R., Gonçalves, V., Martins, A.F., Melo, I., Parente, M., Raposeiro, P., Rodrigues, P., Santos, R.S., Silva, L., Vieira, P. & Vieira, V. (eds.) A list of the terrestrial and marine biota from the Azores. pp. 117-146, Princípia, Cascais, 432 pp.

Responsável: Luís Silva, Mónica Moura, Hanno Schaefer, Fred Rumsey, Elisabete F. Dias

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Plantas Vasculares endémicas dos Açores na ilha do Faial

Silva, L., Moura, M., Schaefer, H., Rumsey, F., Dias, E.F. (2010). List of Vascular Plants (Tracheobionta). In: Borges, P.A.V., Costa, A., Cunha, R., Gabriel, R., Gonçalves, V., Martins, A.F., Melo, I., Parente, M., Raposeiro, P., Rodrigues, P., Santos, R.S., Silva, L., Vieira, P. & Vieira, V. (eds.) A list of the terrestrial and marine biota from the Azores. pp. 117-146, Princípia, Cascais, 432 pp.

Responsável: Luís Silva, Mónica Moura, Hanno Schaefer, Fred Rumsey, Elisabete F. Dias

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Plantas Vasculares endémicas dos Açores na ilha do Pico

Silva, L., Moura, M., Schaefer, H., Rumsey, F., Dias, E.F. (2010). List of Vascular Plants (Tracheobionta). In: Borges, P.A.V., Costa, A., Cunha, R., Gabriel, R., Gonçalves, V., Martins, A.F., Melo, I., Parente, M., Raposeiro, P., Rodrigues, P., Santos, R.S., Silva, L., Vieira, P. & Vieira, V. (eds.) A list of the terrestrial and marine biota from the Azores. pp. 117-146, Princípia, Cascais, 432 pp.

Responsável: Luís Silva, Mónica Moura, Hanno Schaefer, Fred Rumsey, Elisabete F. Dias

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Plantas Vasculares endémicas dos Açores na ilha Graciosa

Silva, L., Moura, M., Schaefer, H., Rumsey, F., Dias, E.F. (2010). List of Vascular Plants (Tracheobionta). In: Borges, P.A.V., Costa, A., Cunha, R., Gabriel, R., Gonçalves, V., Martins, A.F., Melo, I., Parente, M., Raposeiro, P., Rodrigues, P., Santos, R.S., Silva, L., Vieira, P. & Vieira, V. (eds.) A list of the terrestrial and marine biota from the Azores. pp. 117-146, Princípia, Cascais, 432 pp.

Responsável: Luís Silva, Mónica Moura, Hanno Schaefer, Fred Rumsey, Elisabete F. Dias

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Plantas Vasculares endémicas dos Açores na ilha de São Jorge

Silva, L., Moura, M., Schaefer, H., Rumsey, F., Dias, E.F. (2010). List of Vascular Plants (Tracheobionta). In: Borges, P.A.V., Costa, A., Cunha, R., Gabriel, R., Gonçalves, V., Martins, A.F., Melo, I., Parente, M., Raposeiro, P., Rodrigues, P., Santos, R.S., Silva, L., Vieira, P. & Vieira, V. (eds.) A list of the terrestrial and marine biota from the Azores. pp. 117-146, Princípia, Cascais, 432 pp.

Responsável: Luís Silva, Mónica Moura, Hanno Schaefer, Fred Rumsey, Elisabete F. Dias

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Plantas Vasculares endémicas dos Açores na ilha Terceira

Silva, L., Moura, M., Schaefer, H., Rumsey, F., Dias, E.F. (2010). List of Vascular Plants (Tracheobionta). In: Borges, P.A.V., Costa, A., Cunha, R., Gabriel, R., Gonçalves, V., Martins, A.F., Melo, I., Parente, M., Raposeiro, P., Rodrigues, P., Santos, R.S., Silva, L., Vieira, P. & Vieira, V. (eds.) A list of the terrestrial and marine biota from the Azores. pp. 117-146, Princípia, Cascais, 432 pp.

Responsável: Luís Silva, Mónica Moura, Hanno Schaefer, Fred Rumsey, Elisabete F. Dias

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Plantas Vasculares endémicas dos Açores na ilha de São Miguel

Silva, L., Moura, M., Schaefer, H., Rumsey, F., Dias, E.F. (2010). List of Vascular Plants (Tracheobionta). In: Borges, P.A.V., Costa, A., Cunha, R., Gabriel, R., Gonçalves, V., Martins, A.F., Melo, I., Parente, M., Raposeiro, P., Rodrigues, P., Santos, R.S., Silva, L., Vieira, P. & Vieira, V. (eds.) A list of the terrestrial and marine biota from the Azores. pp. 117-146, Princípia, Cascais, 432 pp.

Responsável: Luís Silva, Mónica Moura, Hanno Schaefer, Fred Rumsey, Elisabete F. Dias

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Plantas Vasculares endémicas dos Açores na ilha de Santa Maria

Silva, L., Moura, M., Schaefer, H., Rumsey, F., Dias, E.F. (2010). List of Vascular Plants (Tracheobionta). In: Borges, P.A.V., Costa, A., Cunha, R., Gabriel, R., Gonçalves, V., Martins, A.F., Melo, I., Parente, M., Raposeiro, P., Rodrigues, P., Santos, R.S., Silva, L., Vieira, P. & Vieira, V. (eds.) A list of the terrestrial and marine biota from the Azores. pp. 117-146, Princípia, Cascais, 432 pp.

Responsável: Luís Silva, Mónica Moura, Hanno Schaefer, Fred Rumsey, Elisabete F. Dias

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Plantas Vasculares endémicas dos Açores em falésias e rochas

Silva, L., Moura, M., Schaefer, H., Rumsey, F., Dias, E.F. (2010). List of Vascular Plants (Tracheobionta). In: Borges, P.A.V., Costa, A., Cunha, R., Gabriel, R., Gonçalves, V., Martins, A.F., Melo, I., Parente, M., Raposeiro, P., Rodrigues, P., Santos, R.S., Silva, L., Vieira, P. & Vieira, V. (eds.) A list of the terrestrial and marine biota from the Azores. pp. 117-146, Princípia, Cascais, 432 pp.

Responsável: Hanno Schaefer

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Plantas vasculares endémicas dos Açores em areias costeiras

Silva, L., Moura, M., Schaefer, H., Rumsey, F., Dias, E.F. (2010). List of Vascular Plants (Tracheobionta). In: Borges, P.A.V., Costa, A., Cunha, R., Gabriel, R., Gonçalves, V., Martins, A.F., Melo, I., Parente, M., Raposeiro, P., Rodrigues, P., Santos, R.S., Silva, L., Vieira, P. & Vieira, V. (eds.) A list of the terrestrial and marine biota from the Azores. pp. 117-146, Princípia, Cascais, 432 pp.

Responsável: Hanno Schaefer

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Plantas vasculares endémicas dos Açores em matos costeiros de Myrica / Picconia

Silva, L., Moura, M., Schaefer, H., Rumsey, F., Dias, E.F. (2010). List of Vascular Plants (Tracheobionta). In: Borges, P.A.V., Costa, A., Cunha, R., Gabriel, R., Gonçalves, V., Martins, A.F., Melo, I., Parente, M., Raposeiro, P., Rodrigues, P., Santos, R.S., Silva, L., Vieira, P. & Vieira, V. (eds.) A list of the terrestrial and marine biota from the Azores. pp. 117-146, Princípia, Cascais, 432 pp.

Responsável: Hanno Schaefer

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Plantas vasculares endémicas dos Açores em floresta de Louro

Silva, L., Moura, M., Schaefer, H., Rumsey, F., Dias, E.F. (2010). List of Vascular Plants (Tracheobionta). In: Borges, P.A.V., Costa, A., Cunha, R., Gabriel, R., Gonçalves, V., Martins, A.F., Melo, I., Parente, M., Raposeiro, P., Rodrigues, P., Santos, R.S., Silva, L., Vieira, P. & Vieira, V. (eds.) A list of the terrestrial and marine biota from the Azores. pp. 117-146, Princípia, Cascais, 432 pp.

Responsável: Hanno Schaefer

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Plantas vasculares endémicas dos Açores em floresta de Cedro

Silva, L., Moura, M., Schaefer, H., Rumsey, F., Dias, E.F. (2010). List of Vascular Plants (Tracheobionta). In: Borges, P.A.V., Costa, A., Cunha, R., Gabriel, R., Gonçalves, V., Martins, A.F., Melo, I., Parente, M., Raposeiro, P., Rodrigues, P., Santos, R.S., Silva, L., Vieira, P. & Vieira, V. (eds.) A list of the terrestrial and marine biota from the Azores. pp. 117-146, Princípia, Cascais, 432 pp.

Responsável: Hanno Schaefer

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Plantas vasculares endémicas dos Açores em crateras vulcânicas e arribas interiores (quedas de água)

Silva, L., Moura, M., Schaefer, H., Rumsey, F., Dias, E.F. (2010). List of Vascular Plants (Tracheobionta). In: Borges, P.A.V., Costa, A., Cunha, R., Gabriel, R., Gonçalves, V., Martins, A.F., Melo, I., Parente, M., Raposeiro, P., Rodrigues, P., Santos, R.S., Silva, L., Vieira, P. & Vieira, V. (eds.) A list of the terrestrial and marine biota from the Azores. pp. 117-146, Princípia, Cascais, 432 pp.

Responsável: Hanno Schaefer

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Plantas vasculares endémicas dos Açores em pastagens de altitude

Silva, L., Moura, M., Schaefer, H., Rumsey, F., Dias, E.F. (2010). List of Vascular Plants (Tracheobionta). In: Borges, P.A.V., Costa, A., Cunha, R., Gabriel, R., Gonçalves, V., Martins, A.F., Melo, I., Parente, M., Raposeiro, P., Rodrigues, P., Santos, R.S., Silva, L., Vieira, P. & Vieira, V. (eds.) A list of the terrestrial and marine biota from the Azores. pp. 117-146, Princípia, Cascais, 432 pp.

Responsável: Hanno Schaefer

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Plantas vasculares endémicas dos Açores em habitat de Calluna de altitude

Silva, L., Moura, M., Schaefer, H., Rumsey, F., Dias, E.F. (2010). List of Vascular Plants (Tracheobionta). In: Borges, P.A.V., Costa, A., Cunha, R., Gabriel, R., Gonçalves, V., Martins, A.F., Melo, I., Parente, M., Raposeiro, P., Rodrigues, P., Santos, R.S., Silva, L., Vieira, P. & Vieira, V. (eds.) A list of the terrestrial and marine biota from the Azores. pp. 117-146, Princípia, Cascais, 432 pp.

Responsável: Hanno Schaefer

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Plantas vasculares endémicas dos Açores em zonas alpinas (>2000 m)

Silva, L., Moura, M., Schaefer, H., Rumsey, F., Dias, E.F. (2010). List of Vascular Plants (Tracheobionta). In: Borges, P.A.V., Costa, A., Cunha, R., Gabriel, R., Gonçalves, V., Martins, A.F., Melo, I., Parente, M., Raposeiro, P., Rodrigues, P., Santos, R.S., Silva, L., Vieira, P. & Vieira, V. (eds.) A list of the terrestrial and marine biota from the Azores. pp. 117-146, Princípia, Cascais, 432 pp.

Responsável: Hanno Schaefer

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Plantas vasculares endémicas dos Açores em turfeiras

Silva, L., Moura, M., Schaefer, H., Rumsey, F., Dias, E.F. (2010). List of Vascular Plants (Tracheobionta). In: Borges, P.A.V., Costa, A., Cunha, R., Gabriel, R., Gonçalves, V., Martins, A.F., Melo, I., Parente, M., Raposeiro, P., Rodrigues, P., Santos, R.S., Silva, L., Vieira, P. & Vieira, V. (eds.) A list of the terrestrial and marine biota from the Azores. pp. 117-146, Princípia, Cascais, 432 pp.

Responsável: Hanno Schaefer

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Plantas vasculares endémicas dos Açores em lagoas e ribeiras

Silva, L., Moura, M., Schaefer, H., Rumsey, F., Dias, E.F. (2010). List of Vascular Plants (Tracheobionta). In: Borges, P.A.V., Costa, A., Cunha, R., Gabriel, R., Gonçalves, V., Martins, A.F., Melo, I., Parente, M., Raposeiro, P., Rodrigues, P., Santos, R.S., Silva, L., Vieira, P. & Vieira, V. (eds.) A list of the terrestrial and marine biota from the Azores. pp. 117-146, Princípia, Cascais, 432 pp.

Responsável: Hanno Schaefer

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Plantas vasculares endémicas dos Açores na floresta de Pittosporum

Silva, L., Moura, M., Schaefer, H., Rumsey, F., Dias, E.F. (2010). List of Vascular Plants (Tracheobionta). In: Borges, P.A.V., Costa, A., Cunha, R., Gabriel, R., Gonçalves, V., Martins, A.F., Melo, I., Parente, M., Raposeiro, P., Rodrigues, P., Santos, R.S., Silva, L., Vieira, P. & Vieira, V. (eds.) A list of the terrestrial and marine biota from the Azores. pp. 117-146, Princípia, Cascais, 432 pp.

Responsável: Hanno Schaefer

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Plantas vasculares endémicas dos Açores nas plantações de cryptomeria

Silva, L., Moura, M., Schaefer, H., Rumsey, F., Dias, E.F. (2010). List of Vascular Plants (Tracheobionta). In: Borges, P.A.V., Costa, A., Cunha, R., Gabriel, R., Gonçalves, V., Martins, A.F., Melo, I., Parente, M., Raposeiro, P., Rodrigues, P., Santos, R.S., Silva, L., Vieira, P. & Vieira, V. (eds.) A list of the terrestrial and marine biota from the Azores. pp. 117-146, Princípia, Cascais, 432 pp.

Responsável: Hanno Schaefer

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Plantas vasculares endémicas dos Açores em pastagens e campos agrícolas

Silva, L., Moura, M., Schaefer, H., Rumsey, F., Dias, E.F. (2010). List of Vascular Plants (Tracheobionta). In: Borges, P.A.V., Costa, A., Cunha, R., Gabriel, R., Gonçalves, V., Martins, A.F., Melo, I., Parente, M., Raposeiro, P., Rodrigues, P., Santos, R.S., Silva, L., Vieira, P. & Vieira, V. (eds.) A list of the terrestrial and marine biota from the Azores. pp. 117-146, Princípia, Cascais, 432 pp.

Responsável: Hanno Schaefer

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Plantas vasculares endémicas dos Açores nas margens de estradas e caminhos

Silva, L., Moura, M., Schaefer, H., Rumsey, F., Dias, E.F. (2010). List of Vascular Plants (Tracheobionta). In: Borges, P.A.V., Costa, A., Cunha, R., Gabriel, R., Gonçalves, V., Martins, A.F., Melo, I., Parente, M., Raposeiro, P., Rodrigues, P., Santos, R.S., Silva, L., Vieira, P. & Vieira, V. (eds.) A list of the terrestrial and marine biota from the Azores. pp. 117-146, Princípia, Cascais, 432 pp.

Responsável: Hanno Schaefer

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Espécie do mês de Janeiro 2012

 

Nome comum: Estrelinha de Poupa ou Estrelinha de Santa Maria

Estatuto de Conservação: Em perigo

Endémica dos Açores: Sim

Distribuição nos Açores: A espécie existe apenas na ilha de Santa Maria, estando confinada à zona montanhosa central – Pico Alto, e zonas florestadas da costa Norte, em torno do Barreiro da Faneca.

Morfologia: Esta subespécie difere da espécie Regulus regulus por possuir as cores menos vibrantes e o ventre esbranquiçado. É também mais pequena, possuindo um comprimento de 8 a 9cm, com uma envergadura de 13 a 15 cm.

Habitat: Preferencialmente zonas de mato misto e mato de folhado.

Alimentação: Insectos, vermes e aranhas.

Importância ecológica: Com base na sua dieta, pode ser importante no controlo biológico de algumas espécies. Pode ser importante também como indicador da qualidade ambiental.

Importância económica: O birdwatching é um nicho muito promissor, embora mal explorado no turismo nos Açores. Raridades como a Estrelinha de Santa Maria são muito apreciadas pelos birdwatchers internacionais.

Importância de conservação: Sendo o Pico Alto em S. Maria uma das áreas de maior Biodiversidade de artrópodes e moluscos terrestres endémicos dos Açores, espera-se que a gestão adequada deste habitat permita não só a conservação da ave mas também de toda a biodiversidade única desta aéra montanhosa da ilha de S. Maria.

Curiosidades: É a ave mais pequena da Europa.

Referências: wikipedia.org/wiki/Regulus_regulus_sanctae-mariae

portal.icnb.pt/NR/rdonlyres/3B764928-1C38-43E1-BE41-59258C501771/3362/LVVP_Aves_Regulusregulus.pdf

Responsável: Filomena Ferreira

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Espécie do mês de Fevereiro 2012

 

Nome comum: Escaravelho dos troncos

Estatuto de conservação: Espécie ameaçada. Está incluída na lista de espécies ameaçadas da IUCN (IUCN Red List). http://www.iucnredlist.org/apps/redlist/details/157633/0

Endémica dos Açores: Sim

Distribuição nos Açores: Ocorre em S. Miguel, Terceira, Flores, Pico, Sta Maria e Faial sobretudo em manchas de floresta nativa

Morfologia: Espécie de pequeno tamanho (6mm) de cor castanho escuro

Habitat: Floresta nativa dos Açores

Alimentação: Espécie que se alimenta em troncos em decomposição sobretudo de Cedro do Mato (Juniperus brevifolia - espécie endémica dos Açores). Também pode alimentar-se em outras árvores de floresta nativa ou exóticas

Importância ecológica: As espécies que se alimentam de troncos em decomposição são extremamente importantes na decomposição das árvores caídas, na reciclagem de nutrientes e consequentemente na renovação da floresta

Curiosidades: Nas ilhas de Santa Maria e Faial apenas foi encontrado um indivíduo nos últimos 20 anos e em zonas de pastagem o que pode indicar que esta espécie está em perigo nestas ilhas. É de salientar que nestas ilhas as populações de cedro do mato estão também em declínio

Referências: .)Hortal, J., Borges, P.A.V., Dinis, F., Jiménez-Valverde, A., Chefaoui, R.M., Lobo, J.M., Jarroca, S., Brito de Azevedo, E., Rodrigues, C., Madruga, J., Pinheiro, J., Gabriel, R., Cota Rodrigues, F. and Pereira, A.R. 2005. Chapter 3. Using atlantics- Tierra 2.0 and GIS environmental information to predict the spatial distribution and habitat suitability of endemic species. .)http://www.azoresbioportal.angra.uact/listagens.php?lang=pt&myFilo=ARTH&pesquisar=alestrus%20dolosus&start=1&end=40&sstr=8&id=A00240 .) http://www.iucnredlist.org/apps/redlist/details/157633/0

Responsável: Carla Rego

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Espécie do mês de Março 2012

Nome comum: Cedro-do-mato ou Zimbro

Estatuto de conservação: Vulnerável (IUCN, 2011)

Endémica dos Açores: Sim

Distribuição nos Açores: Todas as ilhas com excepção da Graciosa

Morfologia: Microfanerófito dioico; folhas linear-lanceoladas a ovado–lineares, com duas faixas estomáticas largas e brancas na página adaxial; gálbulos, de maturação bienal, subglobosos, verdes e pruinosos em imaturos, castanho-avermelhados quando maduros; sementes 3, ovoide-triquetras

Habitat: Matos pioneiros, matos costeiros, floresta laurissilva, florestas de montanha, turfeiras florestadas e matos de montanha

Importância ecológica: Espécie arbórea dominante acima dos 500 m de altitude é igualmente uma das principais espécies «construtoras» de comunidades (espécie pioneira capaz de colonizar substratos recentes) e uma das primeiras espécies a recolonizar áreas onde o coberto vegetal foi destruído. É também uma das poucas espécies lenhosas presentes nos cumes das serras dos Açores (até aos 1500 m de altitude) (Elias 2007). Desta forma, J. brevifolia pode ser considerada uma espécie-chave nos ecossistemas de montanha dos Açores, pois o seu declíneo teria um impacte muito negativo na biodiversidade vegetal e animal

Importância económica: O valor económico nunca foi medido mas será certamente muito elevado como consequência dos vários serviços providenciados pelos ecossistemas onde esta espécie é dominante (exs. intercepção de nevoeiros - precipitação oculta - e consequente recarga de aquíferos, retenção de carbono, limitação da erosão dos solos, prevenção de eutrofização de lagoas

Referências: - Elias, R. B. 2007. Ecologia das florestas de Juniperus dos Açores. Dissertação de Doutoramento em Biologia, especialidade de Ecologia Vegetal. Departamento de Ciências Agrárias, Universidade dos Açores; - IUCN 2011. IUCN Red List of Threatened Species. Version 2011.2. . Downloaded on 28 February 2012

Responsável: Rui Bento Elias

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Espécie do mês de Abril 2012

Nome comum: Morcego dos Açores

Estatuto de conservação: Raro

Endémico dos Açores: Sim

Distribuição nos Açores: A espécie apresenta uma grande abundância nas ilhas do Faial, Pico, São Jorge, Graciosa, Terceira e São Miguel. É extremamente raro na ilha de Santa Maria, não se verificando qualquer registo nas ilhas Flores e Corvo

Morfologia: Apresenta cor mais escura e um tamanho menor, comparativamente ao seu ancestral continental, o Morcego de Leisler (N. leisleri Kuhl, 1817) (Palmeirim 1991, Speakman e Webb, 1993)

Habitat: Ocupa uma variedade de habitats nas ilhas, preferindo habitats naturais e semi-naturais. As colónias podem ser encontradas em edifícios, árvores e fendas da rocha

Alimentação: Espécie insectívora. A saída das colónias ocorre antes do pôr-do-sol, embora as espécies deste género apresentem tendência para sair mais tarde. Esta parece ser uma particularidade do Morcego dos Açores, provavelmente relacionada com a escassez de predadores diurnos nos Açores, o que lhe permite procurar alimento durante o pico de abundância de insectos

Importância ecológica: O Nyctalus azoreum encontra-se actualmente protegido pela Directiva Aves/Habitats Decreto-Lei n.º 140/99 pelo Anexo B-IV, com estatuto de protecção rigorosa, bem como pelo Anexo II da Convenção de Berna Decreto-Lei n.º 316/89

Curiosidades: É o único mamífero endémico do arquipélago dos Açores

Referências: http://www.iucnredlist.org/apps/redlist/details/14922/0; Leonard o, M. & Medeiros, F. M. (2011). Preliminary data about the breeding cycle and diurnal activity of the azorean bat (Nyctalus azoreum). Açoreana, 7: 139-148; Publicacoes_Nyctalus_azoreum_Pipistrellus_sp_EspeciesDirectivaAvesHabitats140_99_DiarioRepublicaAnexoB-VI.pdf

Responsável: Annabella Borges

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Ficha do mês de Maio 2012

Nome comum: Térmita de madeira seca das Índias Ocidentais

Estatuto de conservação: Espécie exótica, invasora. Considerada uma grave praga urbana

Endémica dos Açores: Não

Distribuição nos Açores: A espécie existe nas ilhas de S. Miguel em Ponta Delgada, Santa Maria na Maia e Vila do Porto, Terceira em Angra do Heroísmo e Porto Judeu, S. Jorge na Vila da Calheta, Pico nas Ribeiras (Lajes) e Calheta do Nesquim, e no Faial na Horta

Morfologia: Os soldados têm cerca de 4 a 5 mm de comprimento e possuem uma cabeça tipo rolha, escura, com cerca de 1,2 a 1,4 mm de largura. Os alados são de cor castanho claro com cerca de 11mm de comprimento. As suas asas têm cerca de 9 mm de comprimento e têm um reflexo prismático

Habitat: Madeira seca aplicada: Estruturas das habitações como tectos, sobrados, etc. Mobiliário, Livros, e outros materiais ricos em celulose

Alimentação: Madeira seca, materiais compostos por celulose

Importância económica: A C. brevis é responsável pela destruição de diversas estruturas principalmente em habitações humanas. É actualmente a térmita de madeira seca mais dispersa e a que provoca maiores danos económicos em todo o Mundo. No arquipélago dos Açores é a mais grave praga urbana, sendo responsável por inúmeros danos patrimoniais em seis das nove ilhas do arquipélago. As principais cidades do arquipélago estão gravemente afectadas, destruindo completamente as estruturas em madeira de muitos edifícios nestas cidades

Curiosidades: É endémica da América do Sul do deserto de Atacama no Chile e no Peru

Referências: http://www.azoresbioportal.angra.uac.pt; http://sostermitas.angra.uac.pt; http://entnemdept.ufl.edu/creatures/urban/termites/west_indian_drywood_termite.htm

Responsável: Orlando Guerreiro & Teresa Ferreira

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Ficha do mês de Junho 2012

Nome comum: Bufo-pequeno

Estatuto de conservação: DD – Informação insuficiente

Endémica dos Açores: Não

Distribuição nos Açores: Ocorre em todos os grupos do arquipélago, não havendo no entanto confirmação de nidificação em todas as ilhas

Morfologia: É uma coruja de dimensões médias. A plumagem é castanha e beje-escuro, bandada e fortemente mosqueada. Apresenta um disco facial mais claro, orlado de preto. Fronte e zona em torno do bico é de cor branca-acinzentada. O bico é negro e as pernas e patas estão cobertos de penas. Os olhos são laranja e possui dois proeminentes tufos de penas na cabeça (vulgarmente chamadas de “orelhas”). A fêmea é ligeiramente maior que o macho. Comprimento médio: 36cm; Envergadura média: 98cm; Peso médio: 270g

Habitat: Matas e florestas mais ou menos densas, orlas florestais e matas ribeirinhas, sempre em proximidade de prados, pastos ou terrenos cultivados, onde se alimentam

Dieta: Caçador maioritariamente nocturno. Alimenta-se principalmente de pequenos roedores, podendo ocasionalmente alimentar-se de aves. É uma caçador bastante eficaz, que localiza as presas pelo som, sendo capaz de caçar mesmo em escuridão total. Come as presas no solo, engolindo-as inteiras, depois de as matar com uma bicada na nuca

Importância ecológica: O Asio otus encontra-se actualmente protegido pelo Anexo II da Convenção de Berna Decreto-Lei n.º 316/89. Tem um papel importante na manutenção do ecossistema, como predador de ratos e outros roedores, praga abundante nos Açores

Referências: http://www.arkive.org/long-eared-owl/asio-otus/ http://www.owlpages.com/owls.php?genus=Asio&species=otus http://www.avesdeportugal.info/asiotu.html Cabral, M. J. (coord.); Almeida, J.; Almeida, P. R.; Dellinger, T.; Ferrand de Almeida, N.; Oliveira, M. E.; Palmeirim, J. M.; Queiroz, A. L.; Rogado, L.; Santos-Reis, M. (eds.), 2005: Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal. Lisboa. Instituto da Conservação da Natureza/Assírio & Alvim. 660pp. Christine Carlson, Kevin Carlson, 1994: À Descoberta das Aves de Portugal. Porto. Lello Editores. 184pp

Responsável: Rui Nunes

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Ficha do mês de Julho 2012

Nome comum: Hepática folhosa

Estatuto de conservação: RT - Espécie regionalmente ameaçada (Homem e Gabriel, 2008). É uma das cem espécies ameaçadas prioritárias em termos de gestão na região europeia biogeográfica da Macaronésia, no âmbito do projeto BIONATURA (Anexo II do DLR 15/2012/A, de 2 de abril)

Endémica dos Açores: Não

Distribuição nos Açores: Está presente em todas as ilhas, excepto na Graciosa

Morfologia: Hepática folhosa de pequenas dimensões (atinge 5 mm de comprimento e 0,5 a 1,5 mm de largura) possui filídios característicos, insuflados, formando pequenos sacos espiralados, apresentando-se ascendentes a eretos. Os filídios têm dois lobos, sendo o dorsal reduzido e muito menor que o ventral. Apresenta anfigastros bilobados mais compridos do que largos (Homem e Gabriel, 2008)

Habitat: Colura calyptrifolia (Hook.) Dumort. é uma espécie, em geral, epífila, típica de locais húmidos, como as florestas nativas. Nos Açores, cresce de preferência sobre folhas de Ilex perado subsp. azorica, Laurus azorica, Hedera azorica subsp. canariensis, e frondes de Blechnum spicant e Trichomanes speciosum (Homem e Gabriel, 2008)

Importância ecológica: Todos os briófitos (musgos, hepáticas, antocerotas) desempenham papéis ecológicos importantes, entre os quais se destacam a captação e retenção de água e nutrientes, a formação de solo, a redução da erosão e a reciclagem de nutrientes. As espécies epífilas ou seja, as que como a Colura, conseguem crescer sobre folhas, são muito raras na Europa, sendo mais comuns em ambientes tropicais. Nos Açores existem várias espécies epífilas, sobretudo hepáticas, por exemplo dos géneros Aphanolejeunea, Cololejeunea, Drepanolejeunea e Frullania, que formam verdadeiras comunidades numa simples folha. A presença de espécies de briófitos indica geralmente condições de pureza ambiental, e as comunidades epifílicas são bons exemplos de excelentes condições atmosféricas (Homem e Gabriel, 2008)

Referências: Anexo II do DLR 15/2012/A, de 2 de abril Homem, N. & Gabriel, R. (2008). Briófitos Raros dos Açores. Estoril: Principia Editora. Portal da Biodiversidade dos Açores (2008). Briófitos. Colura calyptrifolia (Hook.) Dumort. (http://www.azoresbioportal.angra.uac.pt/)

 

Responsável: Márcia Coelho, Nídia Homem e Rosalina Gabriel

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Espécie do mês de Setembro 2012

Nome comum: Lixinha-da-fundura, Quelmazinha

Estatuto de conservação: Não se encontra listada

Endémica dos Açores: Não

Distribuição: Esta espécie ocorre exclusivamente no Atlântico oriental: Islândia, Noruega, Mediterrâneo ocidental, Marrocos e Senegal até ao Gabão, Açores, Cabo Verde e região do Cabo, na África do Sul

Morfologia: Possui dorso castanho com mancha clara entre os olhos e uma lista escura ao longo da linha lateral. O ventre é negro com foto marcas evidentes. É um tubarão de pequenas dimensões, sendo que o maior exemplar conhecido media 60 cm

Habitat: Águas profundas, desde 70 até mais de 2500 m de profundidade

Alimentação: Pequenos peixes, lulas e crustáceos

Importância ecológica: Os tubarões por estarem no topo da cadeia alimentar contribuem para o controle e a saúde das populações das suas espécies presa

Importância económica: Esta espécie não possui interesse comercial. É pescada muito raramente como espécie acessória

Referências: Barreiros, J.P. & Gadig, O.B.F. (2011). Catálogo ilustrado dos Tubarões, e Raias dos Açores - Sharks and Rays from the Azores an illustrated catalogue. Instituto Açoriano de Cultura, Angra do Heroísmo. Edição Bilingue (Inglês).ISBN: 978-989-8225-24-5

http://educacao.uol.com.br/ciencias/tubaroes-caracteristicas-e-importancia-ecologica-dos-tubaroes.jhtm

Responsável: Filomena Ferreira

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Espécie do mês de Outubro 2012

 

Nome comum: Térmita das árvores; Térmita de pescoço amarelo

Estatuto de conservação: Não se encontra listada

Endémica dos Açores: Não

Distribuição: Esta espécie tem uma distribuição paleárctica ocorrendo em todas as zonas europeias mediterrânicas, Norte de África e Ásia Menor. Nos Açores esta espécie ocorre nas ilhas de S. Miguel, Terceira e Faial. Encontra-se principalmente nas zonas costeiras onde as temperaturas são mais amenas

Morfologia: As Ninfas (com tamanho entre 4 a 6 mm de cor branca ou creme), as larvas (translúcidas e menores que as ninfas), os soldados(esbranquiçado, com cabeça castanha proeminente e mandíbulas fortes, com 8 mm de comprimento). Os adultos podem atingir os 8-10 mm de comprimento com uma envergadura de cerca de 20 mm. A cor do seu corpo varia entre o amarelo pálido e castanho claro. O pronoto é amarelo (o que atribui o seu nome em Latim flavicollis, que significa pescoço amarelo), enquanto as antenas e restante corpo são castanho claro. O macho (Rei) e a fêmea (Rainha) têm um corpo mais quitinoso, além de dois pares de asas membranosas, longas, estreitas e escuras, essenciais para o voo nupcial

Habitat: Várias espécies de árvores:Lagerstroemia indica (Extremosa), Nerium oleander (Loendro), Prunus dulcís (Amendoeira), Ulmus minor (Olmo), Pinus pinea (Pinheiro Manso), Platanus hybrida (Plátano), Ficus carica(Figueira), Olea europaea (Oliveira), Celtis australis (Ginginha-do-rei), Populus nigra (álamo-negro),Cydonia oblonga (Marmeleiro), Prunus cerasifera (Ameixieira),Tamarix africana (Tamargueira),Vitis sp.(Videiras), etc. Ocorre também em madeira aplicada com elevado teor de humidade

Alimentação: Madeira húmida (Árvores vivas ou madeira aplicada)

Importância económica: Esta espécie é uma praga que causa sérios problemas económicos nas vinhas no sul de Espanha e Portugal

Referências:http://www.azoresbioportal.angra.uac.pt;http://sostermitas.angra.uac.pt/; Nobre,T.,Nunes,L.(2001).Preliminary assessment of the termite distribution in Portugal. SilvaLusitana 9(2), 2001, p. 217-224.

Responsável: Orlando Guerreiro

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Ficha do mês de Novembro 2012

 

Nome comum: Cagarro

Endémica dos Açores: Não

Estatuto de conservação: NT

Distribuição: A subespécie Calonectris diomedea borealis nidifica nas ilhas do Atlântico Norte (Açores, Berlengas, Canárias e Madeira). Nos Açores nidifica em todo o arquipélago, com as primeiras aves a chegarem a partir de Março e com os últimos indivíduos a deixarem as colónias de nidificação em Novembro. Estima-se que a população nidificante açoriana representa 65% da população mundial da subespécie

Morfologia: Possui tamanho semelhante ao de uma gaivota-de-patas-amarelas, mas com as asas mais compridas e arqueadas, proporcionando-lhe um voo característico, deslizante e planado, junto à superfície. As partes superiores são castanho-acinzentadas e a garganta, peito, ventre e interior das asas são brancos

Habitat: Ave marinha essencialmente pelágica tolera ventos fortes e águas agitadas. Nidifica em ilhas e ilhéus isolados numa tentativa de se livrar de predadores terrestres. As principais ameaças para esta espécie para além do Homem são os ratos, gatos e outros predadores, que capturam as suas crias. Os ninhos localizam-se em fendas nas escarpas, buracos de muros e cavidades naturais no solo. Alimentam-se no mar, essencialmente em zonas oceânicas que podem provavelmente estar associadas a zonas de baixios, montes submarinos ou upwellings. Descansam no mar, durante o Inverno e quando não estão a incubar

Alimentação: A dieta alimentar é essencialmente constituída por peixes, cefalópodes e crustáceos, alimentando-se provavelmente durante a noite (Cramp & Simmons 1977)

Curiosidades: Esta ave possui um canto muito peculiar, inconfundível

Referências: www.avesdosazores.wordpress.com/aves-dos-acores/especies-nidificantes-marinhas/cagarro

Responsável: Nuno Bicudo da Ponte

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Ficha do mês de Dezembro 2012

 

Nome comum: Azevinho

Estatuto de conservação: Apesar de na lista vermelha dos Acores o seu estatuto ser de baixo risco (LR), o seu estado de conservação não é igual em todas as ilhas, evidenciando discrepâncias acentuadas em termos da sua abundância

Endémica dos Açores: Sim

Distribuição : Ocorre em todas as ilhas, excepto na Graciosa

Morfologia: Árvore de folhas perenes pequenas, verde a verde-escuro, brilhantes, elípticas-oblongas de margem inteira ou com apenas alguns dentes

Habitat: Pode ocorrer em locais fortemente expostos, locais húmidos, ravinas, crateras, matos de montanha, florestas naturais, escoadas lávicas recentes com vegetação pioneira e margens de lagoas

Ameaças de origem antrópica: Degradação do habitat, florestação, invasão por espécies exóticas, uso ornamental, etc

Importância ecológica: Recurso alimentar fundamental para o Priôlo (Pyrrhula murina, passeriforme endémico de São Miguel), que se alimenta quase exclusivamente dos botões florais do azevinho no final do Inverno e por isso constitui um alimento essencial para esta espécie, sendo considerada a frequência e distribuição do azevinho um dos possíveis factores de ameaça à população de Priôlo

Referências: SIARAM; Silva L, M Martins, G Maciel & M Moura. Flora vascular dos Açores. Prioridades em conservação. Amigos dos Açores & CCPA, Pontal Delgada, 116pp; Dias E., Araújo C., Mendes J. F., Elias R. B., Mendes C. & Melo C. 2007. Espécies florestais das ilhas - Açores. In: Silva J. S. (ed.), Árvores e florestas de Portugal – Vol. 6, pp. 199-254

Responsável: Annabella Borges

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Espécie do mês de Abril 2013

 

Nome comum: Falsa Viúva Negra

Estatuto de Conservação: Não protegida

Endémica dos Açores: Não

Distribuição nos Açores: A espécie existe em todas as ilhas do arquipélago. Está presente no meio natural, mas é mais abundante onde exista presença humana

Morfologia: O nome da espécie foi atribuído devido ao padrão do dorso, que se assemelha a um escudo de um brasão. Têm entre 7 a 11mm e as fêmeas possuem um abdómen globoso significativamente maior que o tórax. É maioritariamente castanha, com a cor e padrões do abdómen altamente variáveis, desde totalmente preto a bege, com o padrão bastante evidente

Habitat: Florestas exóticas, hortas, pomares, baldios, zonas ripícolas e zonas urbanas ou com ocupação humana. É muito versátil na escolha do habitat, desde que encontre um recanto onde possa construir a sua teia sem que esta seja muito perturbada

Dieta: É um predador generalista, alimentando-se do que lhe aparece na teia. Como costuma fazer a teia elevada do chão, alimenta-se mais à base de insetos voadores

Importância ecológica: Devido ao largo espetro da sua dieta e a sua abundância relativa em zonas com presença humana, ajuda a regular as populações de insetos alados (ex: mosquitos e moscas)

Importância económica: Não tem importância económica quantificada; no entanto, a sua presença em zonas cultivadas e habitacionais presta um serviço de controle de pragas aladas

Curiosidades: Esta espécie é originária da Madeira e Canárias, e posteriormente expandiu-se e instalou-se na Península Ibérica e Ilhas Britânicas. Já existem registos da sua presença em países do centro da Europa e nos Estados Unidos. É das espécies de aranha mais comuns em habitações e estruturas humanas. Uma característica fácil de memorizar para ajudar na sua identificação é o facto de se deslocar sempre no lado de baixo da teia, de cabeça para baixo. Para o acasalamento o macho aproxima-se da teia e com os palpos faz percussão na teia, de forma a que a fêmea não o confunda com alimento. As fêmeas que não querem acasalar tentam comer o macho

Referências: wikipedia.org/wiki/Steatoda_nobilis

www.aranhas.info/index.php?option=com_fichas&itemid=43P0ot6r5e4wtklç~_

Responsável: Rui Carvalho

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