Galeria Fotográfica, Biodiversidade dos Açores

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Espécies dos Açores Presentes no Top 100 das Espécies Ameaçadas da Macaronésia

Martín, J.L., Cardoso, P., Arechavaleta, M., Borges, P.A.V, Faria, B.F., Abreu, C., Aguiar, A.F., Carvalho, J.A., Costa, A.C., Cunha, R.T., Gabriel, R., Jardim, R., Lobo, C., Martins, A.M.F., Oliveira, P., Rodrigues, P., Silva, L., Teixeira, D., Amorim, I.R., Fernandes, F., Homem, N., Martins, B., Martins, M. & Mendonça, E. (2010). Using taxonomically unbiased criteria to prioritize resource allocation for oceanic island species conservation. Biodiversity and Conservation, 19: 1659-1682

Um dos objectivos do Projecto Interreg III-B Açores-Madeira-Canárias, BIONATURA, foi elaborar uma lista de espécies prioritárias de gestão nos três arquipélagos dos Açores, Madeira e Canárias. Desde o princípio deste projecto que o objectivo era conhecer o conjunto de taxa ameaçados que deveriam ser alvo de uma atenção especial em termos de gestão por parte das administrações competentes, atendendo não só ao seu estatuto de ameaça mas principalmente com base na real possibilidade de gestão com êxito. Não se tratava assim de obter uma lista alargada de espécies com a indicação simples do seu estatuto de ameaça à semelhança das listas vermelhas promovidas pela IUCN, mas sim de obter uma lista reduzida – não mais de 100 taxa – donde se assinalariam aqueles casos onde a urgência de conservação fosse maior e que fosse simultaneamente possível implementar uma gestão eficaz de forma a recuperar esses taxa. Esta lista se definiu como a lista Top 100 da Macaronésia europeia e finalmente ficou constituída por 51 taxa das Canárias, 2da Madeira e 23 dos Açores.

Responsável: Paulo A. V. Borges & Enésima Mendonça

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Espécies dos Açores Presentes no Top 100 das Espécies Invasoras da Macaronésia

Silva L, E Ojeda Land & JL Rodríguez Luengo (2008) Flora e Fauna Terrestre Invasora na Macaronésia. TOP 100 nos Açores, Madeira e Canárias. ARENA, Ponta Delgada, 600 pp

Este livro pretende ser uma primeira tentativa para apresentar a informação relativa às espécies exóticas invasoras da Macaronésia de uma forma sistemática. Trata-se de uma tarefa com algum grau de dificuldade devido às diferenças ao nível legislativo e ao tratamento geral atribuído às espécies exóticas invasoras nos diferentes arquipélagos. Definiu-se e utilizou-se um conjunto de critérios para avaliar as espécies consideradas como naturalizadas e ocupando habitats naturais e semi-naturais. Um primeiro conjunto de critérios foi utilizado para avaliar os efeitos sobre a biodiversidade, seja de espécies seja de habitats, que estão a ser afectados pelas espécies exóticas invasoras. Um segundo grupo de critérios foi usado para avaliar as possibilidades de controlo ou erradicação das espécies exóticas invasoras analisadas. Neste segundo grupo de critérios também se incluíram itens que reflectem a importância social das espécies em causa. A aplicação dos dois conjuntos de critérios permitiu definir as espécies exóticas invasoras mais nocivas ao nível da Macaronésia e também ordená-las de acordo com a sua prioridade de gestão. Isto é de crucial importância, uma vez que, devido à dimensão do problema das espécies exóticas invasoras, não apenas na Macaronésia, mas a nível global, não é possível controlar todas as espécies exóticas. Os recursos terão que ser alocados, prioritariamente, para aquelas espécies que ainda é possível erradicar ou controlar com custos suportáveis. Embora a aplicação dos critérios tenha sido feita por peritos em cada uma das regiões, foi possível obter uma visão macaronésica global, após uma análise e um processamento cuidado dos dados originados em cada arquipélago, sendo este o principal objectivo do livro. Este livro também é visto como uma ferramenta que contribua para aumentar o conhecimento geral acerca dos problemas relacionados com as espécies exóticas invasoras na Macaronésia. De facto, os ecossistemas insulares têm sido considerados como mais susceptíveis às invasões biológicas do que os sistemas continentais devido à pequena escala insular dos arquipélagos, e a peculiaridades da flora e da fauna insulares que os torna mais susceptíveis a competidores, predadores e patogéneos vindos do exterior. No entanto, a ilhas, em particular as ilhas europeias, são importantes reservatórios de biodiversidade e a preservação deste património natural está actualmente, em boa parte, dependente da implementação de medidas de contenção das espécies exóticas invasoras

Responsável: Luís Silva, Paulo A. V. Borges & Rodney Soares

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