Galeria Fotográfica, Biodiversidade dos Açores

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Galeria / Ficha do mês de Maio 2012

Nome comum: Térmita de madeira seca das Índias Ocidentais

Estatuto de conservação: Espécie exótica, invasora. Considerada uma grave praga urbana

Endémica dos Açores: Não

Distribuição nos Açores: A espécie existe nas ilhas de S. Miguel em Ponta Delgada, Santa Maria na Maia e Vila do Porto, Terceira em Angra do Heroísmo e Porto Judeu, S. Jorge na Vila da Calheta, Pico nas Ribeiras (Lajes) e Calheta do Nesquim, e no Faial na Horta

Morfologia: Os soldados têm cerca de 4 a 5 mm de comprimento e possuem uma cabeça tipo rolha, escura, com cerca de 1,2 a 1,4 mm de largura. Os alados são de cor castanho claro com cerca de 11mm de comprimento. As suas asas têm cerca de 9 mm de comprimento e têm um reflexo prismático

Habitat: Madeira seca aplicada: Estruturas das habitações como tectos, sobrados, etc. Mobiliário, Livros, e outros materiais ricos em celulose

Alimentação: Madeira seca, materiais compostos por celulose

Importância económica: A C. brevis é responsável pela destruição de diversas estruturas principalmente em habitações humanas. É actualmente a térmita de madeira seca mais dispersa e a que provoca maiores danos económicos em todo o Mundo. No arquipélago dos Açores é a mais grave praga urbana, sendo responsável por inúmeros danos patrimoniais em seis das nove ilhas do arquipélago. As principais cidades do arquipélago estão gravemente afectadas, destruindo completamente as estruturas em madeira de muitos edifícios nestas cidades

Curiosidades: É endémica da América do Sul do deserto de Atacama no Chile e no Peru

Referências: http://www.azoresbioportal.angra.uac.pt; http://sostermitas.angra.uac.pt; http://entnemdept.ufl.edu/creatures/urban/termites/west_indian_drywood_termite.htm

Responsável: Orlando Guerreiro & Teresa Ferreira
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